quarta-feira, 25 de maio de 2016

Canil da GCM-SP, em operação com a Polícia Civil, localiza ossada humana e 14.700 trouxas de maconha




Em operação conjunta com a Polícia Civil, o Canil da Guarda Civil Metropolitana localizou uma ossada humana e 14.700 trouxas de maconha que estavam enterradas. Participaram da operação IOPE e Ambiental.

video
Vídeo enviado via WhatsApp



Confira as imagens:
















A importância do uso do colete balístico

Ilustração mostra quais os órgãos ficam expostos no não uso do colete.
Compartilhe, pode ser a diferença entre vida e morte de um Policial.



Encaminhado via WhatsApp

Conferência Nacional das Guardas Municipais divulga estatísticas das ocorrências atendidas pelas GCMs de SP em 2015



Joselito de Sousa, da Guarda Civil Metropolitana, toma posse como vereador


Trabalhador da Guarda Municipal é o primeiro a tomar posse como vereador. A solenidade será no dia 31 de maio, às 17 horas, no Auditório Prestes Maia, na Câmara Municipal de São Paulo.
Filiado no PCdoB desde 1988 e guarda municipal há 13 anos, Joselito é morador de Taipas, local em que atua com projetos sociais na área de esportes, terceira idade e movimentos de moradia.
Joselito é o primeiro suplente da chapa do PCdoB em que obteve 6582 votos. Foi candidato a deputado estadual na última eleição e alcançou 5919 votos.

Posse do vereador Joselito de Sousa
Dia: 31 de maio – às 17 horas
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Auditório Prestes Maia
Endereço: Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista
Contato: 11 3396-4299 ou 11 -9-9690 -3298

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Canil da GCM obtém êxito em localizar ossada humana em local apontado pelo DHPP

A operação conjunta realizada no último dia 10/05 ocorreu na zona leste no período das 11:00h às 16:20h, onde participaram DHPP, Canil, Ambiental Leste, Bombeiros e Perícia.








Enviado por: Inspetor de Divisão Lourenço

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Canil da GCM participa de simulação de atentado terrorista no Metrô e obtém 100% de acerto

Simulação de atentado terrorista no Metrô mobiliza 300 pessoas em SP


Explosão de bomba foi simulada na estação Butantã, na Linha 4-Amarela.
Exercício teve cem figurantes, alguns deles maquiados com 'ferimentos'.

Assista ao vídeo em: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/05/simulacao-de-atentado-terrorista-no-metro-mobiliza-300-pessoas-em-sp.html

'Vítima' com ferimentos feitos com maquiagem é socorrida por bombeiros durante simulação de atentado a bomba na estação Butantã do Metrô, na Zona Oeste de São Paulo (Foto: Eduardo Petrini/FramePhoto/Estadão Conteúdo)

Mesmo com o treinamento, a Linha 4-Amarela do metrô funcionou normalmente, porque só uma plataforma fechou. O exercício, no entanto, chamou atenção de quem passava pela região sem saber o que estava acontecendo.

"Temos que estar preparados para qualquer emergência. Foram convidados especialistas da Espanha, dos Estados Unidos, pessoas que já participaram de eventos de catástrofes maiores como terremotos no Havaí, o 11 de Setembro. Estamos aprendendo como reagir e estamos contando com a expertise desses especialistas", completou o representante da administradora da Linha 4-Amarela do Metrô.

A Guarda Civil Metropolitana também participou da simulação. Guardas levaram cães farejadores para ajudarem na busca das "vítimas".

Segundo Jeferson de Melo, major do Corpo de Bombeiros, o mais importante é o trabalho em conjunto, a interação entre os órgãos. "É um atentado terrorista. o objetivo principal, além do resgate das vitimas que faz parte do exercicio, é a unificação da força", afirmou.


Das quatro vítimas previstas para o canil localizar, todas foram encontradas com rapidez e eficiência.







Fonte: G1

Enviado por: Inspetor de Divisão Lourenço

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Curta-metragem sobre a aposentadoria dos cães Matrix e Kenzo do Canil da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo




Fonte: Youtube - Vereador Ari Friedenbach

Presidente da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil publica resposta aos militares incomodados com as Guardas Municipais

 ATENÇÃO NAÇÃO AZUL! 
(Resposta aos militares incomodados com as Guardas Municipais). 
Prezados, bom dia! Quero me posicionar sobre a informação que diz respeito as Guardas Municipais. Sou o atual presidente da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil - CONGM. Segundo a última pesquisa do IBGE no Brasil têm 1.081 Municípios com Guardas Civis com um efetivo superior a 130 mil, constituindo a segunda maior força da segurança pública do País. No estado de São Paulo temos Guardas Municipais em 211 dos 645 Municípios com efetivo superior a 30 mil. A lei 13.022/2014 não cria a polícia municipal e também não vem dar poder de polícia às Guardas porque sempre exercermos o poder de polícia conforme CTB, onde o poder de polícia não se confunde com o poder das polícias, mas é um atributo do Estado que delega aos seus agentes para desenvolver atividades específicas. A lei 13.022/2014 é a lei mais avançada no campo da segurança pública que o Brasil tem desde a constituição de 1988 e as Guardas Municipais é a única força da segurança pública que conseguiu aprovar uma lei orgânica nacional. É uma lei alinhada ao que existe de mais avançado sobre as ideias de polícia de proximidade, comunitária. Essa lei trouxe em seu bojo o interstício de dois anos para que as Prefeituras do País se adaptassem e esse prazo que finda em 08/08/2016. Esse lei veio para consolidar o processo de afirmação das Guardas Civis na segurança pública e para dar maior segurança jurídica aos Guardas do desenvolvimento de suas competências. Não se trata se usurpação de função da PM, mas de afirmação e reconhecimento de uma força de segurança que já faz o trabalho de polícia, muito mais priorizado o comunitário e o preventivo, desde antes da C.F 1988. Temos Guardas Municipais que completaram 135 anos de existência. A maioria surgiu a partir de 1988. A nomenclatura das Guardas Civis não vai mudar, a lei reconhece e estabelece a manutenção dos atuais nomes. A troca de nome está prevista em diversos projetos de lei e projetos de emendas constitucionais. O maior beneficiário dessa lei é a sociedade, todos nós, e em particular os Guardas que podem contar com estrutura perspectiva de evolução funcional, garantia de formação e segurança constitucional para trabalhar. Defendemos um trabalho integrado entre as forças de segurança para garantir segurança efetiva a população, prevenir as violências e combater com mais eficiência e de forma mais qualificada a criminalidade. O campo da segurança pública precisa amadurecer para compreender que ninguém faz nada sozinho e reconhecer os outros atores da área e trabalhar integrado, uma questão de inteligência e maturidade. O processo de fortalecimento e reconhecimento da participação do Município na segurança pública por meio das políticas públicas de caráter preventivos e interdisciplinares e especial com as Guardas Civis é uma realidade consolidada e irreversível. O desafio maior é superar as vaidades e avançar no cuidado do maior bem tutelado pela nossa constituição: A vida. Espero ter contribuído. 




Oséias Francisco da Silva, presidente da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil - CONGM

Fonte: Facebook

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Cães policiais (K9) Kenzo e Matrix têm solenidade de aposentadoria na Câmara Municipal de São Paulo

Em 19/04/16, às 1:00, foi realizada na Câmara Municipal de São Paulo a Solenidade de Aposentadoria dos Cães Matrix e Kenzo, do Canil da Guarda Civil Metropolitana, comandado pelo Inspetor de Divisão Wagner de Lourenço.


Com os seus condutores Mario - com o cão Matrix - e Badio - com o cão Kenzo - os cães completaram oito anos de serviço na corporação. Na solenidade foi retirado o colete tático do cão e colocado um lenço comemorativo com o nome do cão que será doado. O cão Matrix será doado a um gerente do atacadão Seta. Já o cão Kenzo será doado ao Inspetor Jair J. Melandra.

"Os cães têm papel eficaz no combate à violência durante o trabalho da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo. Farejadores, ajudam na busca por entorpecentes, pessoas desaparecidas, além de operações em conjunto com a Polícia Civil. O canil da GCM tem um efetivo de 41 guardas e 15 animais. A base de treinamento fica na Vila Maria, que foi reformada e recebeu equipamentos através de 2 emendas de minha autoria. Nesta noite, dois cães se aposentam da corporação e, junto aos seus parceiros de treinamento e policiamento, recebem homenagens pelos serviços prestados.


Estavam presentes ao evento, além de familiares e convidados, os vereadores Ari Friedenbach e Conte Lopes, o Comandante Geral GCM/SP, além do Subcomando, Superintendentes, Comandantes Operacionais e Regionais. Também participaram os integrantes do Canil da GCM de São Carlos, Força Aérea Brasileia, veterinários da Zoonoses de São Paulo. 




Foi entoada a Oração do Canil pelo Subinspetor Araújo e a Guarda de Honra foi realizada por Zaine Vitória - filha do GCM Pires - IR/FÓ - que conduziu os lenços comemorativos até as autoridades. Dois convidados de honra ainda foram homenageados, sendo eles os veterinários Carlos Donini e Hernane.


Enviado pelo Inspetor de Divisão Wagner de Lourenço

Postagem Original: O Cão de Guarda Notícias

quinta-feira, 31 de março de 2016

Urgente! Doadores de Sangue


O paciente é sobrinho do Inspetor Sérgio (GCM/SP) e se acidentou de moto, necessitando de 40 doadores de sangue.

Local de doação: Hospital Municipal Tatuapé
Av. Celso Garcia, 4815

segunda-feira, 28 de março de 2016

Entre 9mm, .40 ou 45, FBI decide pelo uso do calibre 9mm, entenda por que

Em debates no curso de formação, quando perguntam sobre calibres, sempre era falado a respeito de um estudo sobre a relação “stopping power” e capacidade do carregador para a escolha dos calibres policiais, principalmente o .40, adaptação do que seria o 10mm para um armamento mais compacto.
A seguir estudo do FBI que apresenta a teoria de que tudo isso não passa de boato quando levada em conta a gama de pontas de munições para os calibres de hoje. O principal, determinação de padrões policiais com base científica.
FBI decide pelo uso do calibre 9mm, e esta escolha fundamenta-se em grande base científica.
O debate sobre calibre de armas é mais um boato do que qualquer outra coisa. O melhor calibre para cada um, é o que garante efetividade no tiro. Porém, uma enorme quantidade de evidências científicas dos laboratórios balísticos do FBI ajudam a solidificar e explicar a sua recente mudança para o calibre 9 milímetros.
No início deste ano o FBI anunciou a retomada do calibre 9mm depois de descobrir que o  40S&W estava dando muito desgaste às suas armas de fogo.
A reportagem abaixo foi tirada do site looserounds.com,  a justificativa abaixo vale a pena ser lida, e pode mudar a opinião de muitos sobre a escolha (quando possível) do calibre a ser usado.
FBI 9MM
Justificativa
FBI – Divisão de Treinamento: FBI Academy, Quantico, VA
Sumário Executivo da Justificação para Padrões de Uso Policial
  • Os debates sobre Calibres policiais tem existido por décadas
  • A maioria do que é “de conhecimento da maioria” sobre munição e seus efeitos sobre o alvo humano estão baseados no mito e folclore.
  • Os projéteis devem ser o último ferimento do oponente, discutir sobre projétil deve ser a base para a discussão sobre o qual “calibre” é o melhor.
  • Todos os calibres policiais têm projéteis que possuem uma alta probabilidade de falhar em um tiroteio polical, e há projéteis que têm uma alta probabilidade de sucesso para o polical envolvido em um tiroteio.
  • O poder de parada de uma arma é simplesmente balela.
  • O fator mais importante na efetividade de um ferimento a um alvo humano é ter penetração a uma profundidade cientificamente válidos (FBI usa 12″-18″).
  • O policial perde entre 70 a 80 % dos tiros disparados durante um tiroteio.
  • Projeteis atualmente (desde 2007) têm aumentado dramaticamente a eficácia da balística terminal de muitos projéteis policiais de linha premium (especialmente os Luger 9mm).
  • Os 9mm Luger oferece projéteis premium que são, sob condições de teste idênticos, superiores a maior parte da linha premium .40 S & W .45 e Auto (projéteis testados pelo FBI).
  • 9mm Luger oferecem maior capacidade de tiros nos carregadores, menos recuo, menor custo (em munição e reparos nas armas) e índices de confiabilidade mais elevados quanto ao funcionamento (em armas do FBI)
  • A maioria dos atiradores do FBI em linhas de tiro são ambos, mais velozes e mais precisos com a Luger 9mm em comparação com .40 (armas de porte semelhantes) S & W.
  • Há pouca ou nenhuma diferença perceptível nas linhas de perfuração projéteis premium entre 9 milímetros Luger até .45 Auto
  • Dada construção das munições contemporâneas, policiais que tem munição Lugers 9mm podem ter o potencial de desempenho final de qualquer outro calibre de pistola com nenhuma desvantagens se comparada aos calibres “maiores”.
Justificação para Padrões de Policiamento
Raramente na aplicação da lei um tema agita um debate mais “amado” do que a escolha de calibre de arma curta em instituições policiais. Algumas opiniões repetem aquele velho ditado “quanto maior, melhor”, enquanto outros contam histórias que um calibre menor falhou e um calibre maior “teria se saído muito melhor.” Alguns até acreditam que um existe um calibre que irá fornecer um “único tiro.” Tem sido afirmado: “as decisões sobre seleção munições são particularmente difíceis, porque muitas das questões pertinentes relacionadas com armas de fogo e munições estão firmemente enraizados no mito e folclore.” Isso ainda é tão verdadeiro hoje quanto há 20 anos.
O calibre, quando considerado sozinho, traz um conjunto exclusivo de fatores a serem considerados, como a capacidade do carregador para um determinado tamanho de arma, a disponibilidade de munição, recuo, peso e custo. O que raramente é discutido, mas mais relevante para o debate calibre é qual projétil está sendo considerado para o uso e seu potencial de desempenho da balística terminal.
Nunca se deve discutir a respeito de um calibre sem levar em conta outros fatores. O projétil (ponta) é o que em última análise, causa o ferimento, e é aí onde o debate / discussão deve focar. Em cada um dos três calibres mais comuns em forças policiais (9 milímetros Luger, 0.40 Smith & Wesson e 0.45 AUTO) existem projéteis que têm uma alta probabilidade de falha e uma alta probabilidade de sucesso para os policiais durante um tiroteio. A escolha de um projétil deve obedecer um alto grau de avaliação científica, para selecionar a melhor opção disponível.
Entendendo a realidade da balística terminal do calibre
Muitos “estudos” foram feitos e muitas análises de dados estatísticos foram adotadas em relação a esta temática. Estudos simplesmente envolvendo mortes de disparo são irrelevantes desde que o objetivo da polícia é neutralizar uma ameaça durante um embate envolvendo força letal o mais depressa possível.  A discussão se ocorre ou não a morte da ameaça não deve gerar consequência, desde que se evite a morte ou lesões graves a agentes policiais e pessoas inocentes.
“O conceito de incapacitação imediata é o único objetivo de qualquer tiro policial e é deve basear estudos relativos a armas, munições, calibres e treinamento.”
Estudos de “stopping power” são irrelevantes, porque ninguém jamais foi capaz de definir o quanto de energia, força, ou energia cinética, em si, é preciso para realmente parar rapidamente um oponente violento e determinado, e até mesmo os maiores calibres de arma não são capazes de fornecer essa força. Poder de parada de armas curtas é simplesmente um boato. Quais os estudos? O chamado “tiro singular de parada” que é utilizado como uma ferramenta para definir a eficácia de um cartucho de arma curta, em oposição à outra, são irrelevantes, devido à incapacidade para explicar influências psicológicas e devido à falta de reportar a exata colocação do tiro.
Em resumo, extensivos estudos são feitos ao longo dos anos para “provar” que tal cartucho é melhor do que outro, utilizando uma metodologia grosseiramente falha e conceitos tomados a partir de manipulações de estatísticas. A fim de que se tenha uma compreensão significativa de balística terminal de arma, deve-se lidar com fatos analisados dentro da comunidade médica, ou seja, realidades médicas, e aqueles que também são geralmente aceitos na atividade policial, ou seja, realidades táticas.
Realidades médicas
Tiros no Sistema Nervoso Central (SNC), ao nível da coluna cervical (pescoço) ou acima, são as únicas formas de ocasionar a incapacidade imediata de forma confiável. Neste caso, qualquer dos calibres utilizados na aplicação da lei, independentemente de expansão do projétil, seria obviamente suficiente. Diferente de tiros no Sistema Nervoso Central, para assegurar incapacitação rápida, deve-se colocar os tiros em direção a grandes órgãos vitais, causando, assim, rápida hemorragia. Simplificando, colocação do tiro é o componente mais crítico para alcançar um ou outro método de incapacitação.
A análise de ferimentos de projéteis de fuzil e armas curtas são bastante diferentes devido às diferenças dramáticas na velocidade, isto será discutido em mais detalhes. Os fatores de ferimento, em ordem de importância, são:
  1. Penetração:
Um projétil deve penetrar suficientemente profundo dentro do corpo para alcançar os grandes órgãos vitais, ou seja, coração, pulmões, da aorta, a veia cava e a um menor grau fígado e baço, de maneira a provocar hemorragia rápida. Existe há tempos a tese de profissionais médicos especialistas, com experiência em avaliação de feridas de bala, que isto se iguala a uma gama de penetração de 12? a 18 polegadas, dependendo do tamanho do indivíduo e o ângulo da trajetória da munição (por exemplo, através do braço, ombro, etc.). As modernas pontas expansivas alcançaram este objetivo, ainda que de forma mais consistente com alguns projéteis de aplicação da lei do que outros. (1 Handgun Wounding Factors and Effectiveness: Firearms Training Unit, Ballistic Research Facility, 1989.)

  1. Cavidade Permanente:
A medida em que um projétil aumenta é determinado o diâmetro da cavidade permanente do tiro, que, em termos simples, é a porção do tecido que está em contacto direto com o projétil e, por conseguinte, é destruído. Juntamente com a distância de perfuração do projétil (penetração), a cavidade permanente total é calculada. Devido à natureza elástica dos tecidos humanos e à baixa velocidade de projéteis de armas curtas em relação a projéteis de fuzil, profissionais médicos com experiência na avaliação de ferimentos a bala, dizem que o dano no percurso de ferimento observado na autópsia ou durante cirurgia não pode ser diferenciado entre os calibres de arma comuns utilizados na pela polícia. Isso quer dizer que um cirurgião sala de operações ou Médico Legista não consegue distinguir a diferença entre feridas causadas por  calibres de 0.35 a 0.45.
  1. Cavidade Temporária
A cavidade temporária é causado pelo tecido esticado para o lado da cavidade permanente. Se a cavidade temporária é feita rápido o suficiente nos tecidos elásticos, a força tênsil do tecido pode ser excedida, resultando em ruptura dele. Este efeito é visto em projéteis de velocidade muito elevada, tais como fuzis, mas não é visto com calibres de armas curtas. Para a cavidade temporária da maioria dos projéteis ter um efeito sobre o ferimento, sua velocidade deve exceder cerca de 2000 fps. Nas velocidades menores, a cavidade temporária não é produzida com velocidade suficiente para ter qualquer efeito no ferimento; portanto, qualquer diferença na cavidade temporária observada entre os calibres de arma curta é irrelevante. “No intuito de provocar ferimentos significativos a uma estrutura, uma munição de arma curta deve atingir a estrutura diretamente.”  (2 2 DiMaio, V.J.M.: Gunshot Wounds, Elsevier Science Publishing Company, New York, NY, 1987, page 42.)
  1. Fragmentação:
A fragmentação pode ser conceituada como “pedaços secundários de projéteis ou fragmentos de osso, que são impelidas para fora a partir da cavidade permanente e pode separam tecidos musculares, vasos sanguíneos, etc., para além da cavidade permanente” 3. A fragmentação não ocorre com certeza em ferimentos leves por arma devido às baixas velocidades das munições das armas curtas. Quando a fragmentação ocorre, os fragmentos são encontrados normalmente no limite de um centímetro (0.39 “) da cavidade permanente, pois a maioria das munições policiais modernas premium, agora comumente utilizam revestimento de cobre, a probabilidade de fragmentação é muito baixa. Por estas razões, os efeitos secundários ferindo a qualquer arma de fragmentação bala calibre são consideradas irrelevantes. 3 Fackler, M.L., Malinowski, J.A.: “The Wound Profile: A Visual Method for Quantifying Gunshot Wound Components”, Journal of Trauma 25: 522?529, 1958. 4 Handgun Wounding Factors and Effectiveness: Firearms Training Unit, Ballistic Research Facility, 1989.
Efeitos Psicológicos
Qualquer discussão sobre neutralizar adversários armados com uma arma curta deve incluir o estado psicológico do adversário. Os fatores psicológicos são, quase sempre, os mais importantes quanto a rápida incapacitação de um tiro no torso. Em primeiro lugar, contar  com efeitos psicológicos de quem foi baleado nunca pode ser levado em conta para parar um indivíduo convicto que quer agir voluntariamente. Aqueles que param comumente fazem isso porque eles decidem, não porque eles devem parar.
Os efeitos da dor são geralmente inibidos devido a padrões secundários de sobrevivência, as reações de  “lute ou fuja”, influências de drogas / álcool e, no caso de raiva ou agressividade extrema, a dor pode ser simplesmente ignorada. Aqueles sujeitos que decidem parar imediatamente depois de ser baleado no torso fazem-no geralmente porque eles sabem foram baleados, e estão com medo da lesão ou da morte, independentemente do calibre, velocidade ou projeto bala. Deve-se também notar que os fatores psicológicos podem ser uma das maiores causas de incapacitações e, como a colocação adequada do tiro, uma penetração adequada, e vários tiros no alvo, os fatores psicológicos não devem ser superavaliados.
Realidades Táticas
A colocação do tiro é primordial e em média um policial atinge um adversário com apenas 20-30 % dos tiros disparados durante um tiroteio. Dada a realidade a colocação dos tiros é fundamental (e difícil de calcular, dada a infinidade de variáveis ​​presentes em um encontro de forças letais) na obtenção de incapacitação eficaz, então o calibre utilizado deve maximizar a probabilidade de atingir órgãos vitais. Tiroteios envolvendo forças policiais tipicamente resultam em apenas um ou dois tiros no torso do oponente. Assim, seja qual for o projétil que atinja o torso ele deve ter a maior chance possível de penetrar profundamente o suficiente para interromper um órgão vital.
O Estande da Ballistic Research conduziram um teste que comparou o porte de pistolas Glock  .40 S & W e 9mm, para comparar o porte e o sucesso de ambos. Até o fim da pesquisa, a maioria dos participantes do estudo têm disparado mais rapidamente e com mais exatidão com pistolas Glock calibre 9 milímetros. A 9 milímetros fornece melhor chance de sucesso porque melhoram a velocidade e a precisão dos atiradores mais qualificados.
Conclusão
Algumas instituições policiais fizeram a transição para calibres maiores do Luger 9mm nos últimos anos, sacrificaram a capacidade reduzida do carregador, um maior recúo, e  se feita uma seleção de tipo de projétil mais adequado, sem aumento perceptível no desempenho do terminal.
Outras organizações policiais parecem estar fazendo o movimento de volta para 9 milímetros Luger aproveitando as novas tecnologias aplicados às pontas 9mm Luger. Estas organizações estão dando ao seus pessoal a melhor chance de sobreviver a um embate armado, levando em conta que pode esperar linhas tiro mais rápidos e precisos, as capacidades dos carregadores mais elevadas (e tamanhos próximos) e todo o desempenho terminal que dá pra ser esperado de qualquer calibre policial.
Pelo relatado acima e o fato de que vários fabricantes de munição agora fazer munição policial Luger de 9mm com linha premium, a mudança para 9 milímetros Luger pode ser vista como uma vantagem decisiva para o nossos policiais.
Fonte: Saturação
Matéria extraída da página Tática News

terça-feira, 22 de março de 2016

Ação beneficiente Amigos da Andreia

A Andreia precisa de nossa ajuda - Doe e compartilhe!

Estamos aqui para falar um pouquinho desta pessoa maravilhosa a Andreia dos Santos Faria. Nós - os seus amigos - estamos fazendo uma campanha beneficente para comprar uma cadeira de rodas motorizada, pois ela necessita para fazer o seu deslocamento para seu tratamento (fisioterapia) e consultas médicas no Hospital das Clínicas e infelizmente ela depende do nosso transporte público.

A Andreia tem 27 anos, mora em Ferraz de Vasconcelos - Grande São Paulo, e está com uma doença degenerativa, perdendo os movimentos e está dependente de sua mãe - que já está com idade avançada e viúva.

Com isso queríamos tornar a vida dessas duas mulheres um pouco melhor com essa pequena ajuda. Contamos com você, fazendo uma doação ou nos ajudando a divulgar esta campanha. Desde já agradeço a atenção, muito obrigado! -

Teremos um evento beneficente no dia 09/04/2016 das 10:00 as 18:00h. Entrada de R$ 10,00 dará direito aos brinquedos para crianças, além de pipoca e outros atrativos. Faremos bingos e rifas. No salão de festas Turma do Bob - Rua Sargento Pompilho Pedro dos Santos n° 56 - Ferraz de Vasconcelos - SP.

Para doações: Bradesco Agência: 0211-9 / Cc: 0525682-8 em nome de Andreia dos Santos Faria.


Enviado pelo GCM Claudemir

quinta-feira, 17 de março de 2016

Chico Sardelli e Carlinhos Silva apresentam Projeto de Lei de interesse das Guardas Municipais de SP - PL 150 de 2016

Projeto prevê isenção do ICMS para compra de armas pelos GCMs

O deputado estadual Chico Sardelli (PV), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa das Guardas Municipais) também apresentou o PL nº 150, que autoriza o Executivo a isentar da cobrança do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) a compra de arma de fogo pela Guarda Municipal para uso particular.

“Mesmo em seus momentos de folga ou estando a caminho do trabalho a paisana, o guarda municipal está sempre alerta ao seu redor. Pressentindo algo de perigoso irá instintivamente intervir, procurando sempre proteger a população. Desta forma mesmo quando não estão exercendo as suas funções, ainda continuam predispostos a atuarem caso necessário. Isentar os guardas da cobrança do ICMS traz a possibilidade dele adquirir uma arma por um custo mais baixo. Consequentemente um número maior de guardas estará armado e defendendo nossos municípios”, diz a justificativa.

De acordo com o GCM Carlinhos Silva, assessor do deputado, muitas solicitações foram apresentadas nas reuniões da Frente Parlamentar a esse respeito. Essa proposta também determina o prazo de 2 anos para a lei entrar em vigor. Os dois projetos referentes à isenção do ICMS para Guardas Municipais foram publicados sábado (12/03) no Diário Oficial e seguem para apreciação das comissões na Assembleia Legislativa de São Paulo.




Frente Parlamentar lança na Alesp Caravana da Segurança Pública Municipal - 17/03/2016


terça-feira, 15 de março de 2016

Vereador Ari Friedenbach visita a Inspetoria de Operações Especiais




Na última sexta-feira (11/03), a Inspetoria de Operações Especiais da GCM de São Paulo recebeu a visita do vereador Ari Friedenbach, que mais uma vez ressaltou o carinho e respeito pela Guarda Civil Metropolitana, se disponibilizando a atender aos GCMs como um grande parceiro da corporação. Na ocasião, foram entregues camisetas para treinamento aos integrantes da IOPE. O vereador Ari salientou ainda o intenção em disponibilizar uma verba para a aquisição de equipamentos para a unidade por reconhecer a importância do trabalho da Guarda Civil.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Ministério da Justiça oferecerá vagas para mestrados em segurança pública


Propostas de universidades para criação de pós-graduações stricto sensu serão analisadas pela Capes 

Brasília, 09/03/16 - Profissionais de segurança pública de todo o país vão poder participar gratuitamente de cursos de mestrado em suas áreas de atuação. Para viabilizar o acesso desses agentes a essas pós-graduações, os ministérios da Justiça (MJ) e da Educação (MEC) estão recebendo propostas de instituições de ensino superior para criação de pós-graduações stricto sensu. A ideia é que o governo federal invista na criação de 200 vagas em 2017. 
Cinco instituições manifestaram interesse em oferecer cursos de mestrado em segurança pública. São as universidades federais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia e Pará. As confirmações foram feitas na segunda-feira (07), durante o Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública. O evento foi realizado em Brasília (DF), pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). 

"Nosso objetivo é consolidar uma rede de pesquisa, ensino e extensão em segurança pública e patrocinar cursos de mestrado nessa área para integrantes das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal, Corpos de Bombeiros, Perícias Criminais e Guardas Municipais, assim como profissionais de outras áreas. Para isso, as universidades precisam submeter as propostas à Capes até 10 de maio", disse a secretária nacional de Segurança Pública, Regina De Luca, durante o Workshop. 
No evento, foram discutidas a criação da Escola Nacional de Segurança Pública e iniciativas anteriores da Senasp/MJ, como as redes nacionais de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp) e de Educação a Distância para Segurança Pública (Rede EaD). Também participaram representantes da Capes e de universidades federais, entre elas as da Bahia e Pará, que já têm cursos de mestrado profissional em segurança pública aprovados pela Capes e patrocinados pela Senasp. 
Para 2016, a Senasp/MJ busca ofertar 20 vagas em Programas de Mestrados Profissional em Gestão de Riscos e Desastres Naturais, a serem ministrados pela Universidade Federal do Pará (processo seletivo em andamento), Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Pernambuco e Universidade Federal Fluminense. A iniciativa ocorre em parceria com a Capes, Ministério da Integração, Ministério das Cidades, Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação. 



13º Aniversário da Ação Comunitária Criança Sob a Nossa Guarda


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Comandante da GCM discute estratégias de segurança com a comunidade da USP

O evento promovido anualmente para discutir modelos de segurança e formas de atuação das polícias nos campi da USP ocorreu na manhã desta quinta-feira, 20/08, na Cidade Universitária. Criado pelo Centro Acadêmico Visconde de Cairu, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, o fórum foi instituído em 2011, após o assassinato de um aluno durante tentativa de assalto.

Às vésperas da implantação de uma nova modalidade de policiamento no campus da capital, inspirada em experiências japonesas, alunos, a pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP, Viviane Cubas e o superintendente de segurança da Universidade, Prof. Dr. José Antonio Visintin reuniram-se com o comandante geral da GCM, Inspetor Gilson Menezes, para discutirem experiências de policiamento comunitário.

Desenvolvido pela Guarda Civil Metropolitana desde sua criação, em 1986, esse tipo de trabalho que busca um contato permanente com a comunidade chamou a atenção dos organizadores do encontro. “Resolvemos convidar o comandante da GCM, pois o modelo japonês que se pretende instalar na USP parece apresentar uma série de semelhanças com o trabalho que já é feito pela GCM e queremos conhecê-lo mais de perto”, disse o representante dos alunos da Faculdade de Economia, Victor Vaccaro.

A ação batizada de “USP Segura” pretende aliar o trabalho de aproximadamente 100 policiais militares com a Guarda Universitária, que será responsável, principalmente, pelo monitoramento com câmeras na Universidade.

Para o comandante geral da GCM, é perfeitamente possível que a polícia se adapte à realidade da USP. “Assim como fazemos em nossa atuação nas unidades escolares da rede municipal de ensino, é preciso que se respeite o papel institucional da universidade, com sua autonomia administrativa e liberdade na tomada de decisões, por outro lado, não pode haver interferências da USP na atuação operacional dos policiais”, afirmou o comandante.

Segundo o superintendente de segurança, prof. Visintin, esse trabalho integrado será acompanhado pelo Núcleo de Direitos Humanos da USP, que reúne alunos, professores e funcionários.



Câmara aprova em segundo turno redução da maioridade penal

© Fornecido por Estadão
Plenário da Câmara dos Deputados
BRASÍLIA - O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 19, em segunda votação, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes hediondos, homicídio doloso (com intenção de matar) e lesão corporal seguida de morte. O tema, que tramitava há 22 anos na Casa, segue agora para o Senado.

O PT promete voltar ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o trâmite da PEC na Casa. "Vou pedir ao Supremo para apreciar nosso mandado de segurança. A votação foi totalmente inconstitucional e antirregimental. Todas as regras foram violadas", afirmou o vice-líder petista Alessandro Molon (RJ).

Na votação em primeiro turno foram 323 votos a favor, 155 contra a redução da maioridade e duas abstenções. Hoje foram 320 a favor, 152 contra e uma abstenção. Por se tratar de mudança na Constituição, a proposta precisava ser votada em segundo turno e necessita de 308 votos para o texto ser mantido. 

A votação rachou o plenário. Alegando que jovens menores de 18 anos hoje têm "licença para matar", que Casas de atendimento a menores já são presídios e citando crimes que chocaram o País, votaram favoravelmente à redução PMDB, PSDB, PRB, PR, PSD, PTB, DEM e Solidariedade. "Hoje estamos aqui para fazer história. Estamos ouvindo a voz da sociedade. O Brasil quer a redução da maioridade penal, a sociedade não quer mais perder seus filhos para a violência", pregou a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ).

A liderança do governo, PT, PSB, PDT, PCdoB, PROS, PPS, PV e PSOL orientaram voto contra a PEC. "O que nós estamos fazendo não vai resolver a violência. Quem mata no Brasil é o adulto. O jovem pode se recuperar", apelou o peemedebista Darcício Perondi (PMDB-RS), que votou na contramão de seu partido.

Pedalada regimental. Em julho, uma manobra apelidada pelos deputados governistas de "pedalada regimental" viabilizou a votação do tema duas vezes. Deputados governistas acusaram Cunha de golpe e recorreram ao STF. Na ocasião, o ministro Celso de Mello disse não ver argumentos jurídicos para suspender a tramitação da PEC porque a aprovação da proposta dependia ainda da votação em segundo turno. O ministro afirmou, no entanto, que sua decisão não impedia que um novo questionamento fosse feito no futuro.

Em nota divulgada antes do início da votação, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reiterou sua posição contrária à PEC e destacou que a medida não vai diminuir a criminalidade. "A redução da maioridade penal é para nós algo insustentável. Caso isso seja aprovado nós teremos um erro jurídico, um erro do ponto de vista dos estudos científicos e um colapso no sistema prisional. Estaremos gerando mais violência e ferindo a nossa Constituição. Não podemos ser favoráveis a uma medida que trará enorme dano à segurança pública de todos os brasileiros", afirmou o ministro.

O governo alega que a medida impacta negativamente as contas da União, podendo gerar um gasto anual de R$ 2,3 bilhões porque será necessário ampliar as unidades prisionais para manter aproximadamente 40 mil adolescentes presos por ano.

"Não há como construir presídios para atender a essa demanda. E, ao invés de gastarmos bem, que é investir unidades onde se busque a ressocialização, estaremos gastando em presídios de adultos de onde dificilmente esses jovens serão recuperados", insistiu o ministro em nota. 

O Ministério defendeu mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como ampliação no tempo de internação dos infratores para crimes hediondos.

A partir de qual idade uma pessoa é capaz de responder criminalmente por seus atos? O Brasil estuda baixar de 18 para 16 anos o limite para que adolescentes sejam julgados como adultos.


Fonte: msn.com


sábado, 15 de agosto de 2015

Localização de Entorpecente pelo Parque Augusta

Em data de 06/08/15 por volta das 08; 34 minutos a equipe composta pelo 1ª Classe Cataldo, 2ª Classe Vanessa e a 2ª Classe Ana Paschoino, estando no policiamento pelo Parque Augusta Sito a Rua Marques de Paranaguá esquina com Rua Augusta, Região da Consolação área central de São Paulo, o qual após efetuarmos a respectiva abertura do presente parque, como é de costume foi iniciado a respectiva varredura a fim de verificar o presente local, sendo que tal medida se faz necessário diante do presente local ser utilizado por usuários de entorpecente, onde ao chegar num ponto isolado do parque foi constatado que junto ao pé de uma árvore existia uma sacola plástica e esta estava escondida debaixo der alguns blocos de concreto e ao verificar foi localizado 30 trouxinhas de maconha sendo todas envolvidas com papel alumínio.

Diante deste fato o respectivo material foi apresentado junto ao plantão do 4º Distrito policial que por sinal fica defronte ao presente parque e a menos de 50 metros, o qual a equipe foi recepcionada pelo Dr. Demetrius Coelho Batista que após tomar conhecimento do fato determinou a respectiva lavratura do Boletim de Ocorrência n° 3206/2015 com natureza de Localização e apreensão de material entorpecente sendo este e material para exame toxicológico com lacre n° A 1140139, e tendo como peso cerca der 180 gramas de maconha.

Cabe ressaltar que a Guarda Civil Metropolitana vem intensificando o trabalho a fim de coibir e inibir o uso e tráfico de entorpecente no presente parque em questão.


Ocorrência enviada pelo 1ª Classe Ricardo Cataldo

segunda-feira, 15 de junho de 2015

GCMs da IOPE prendem criminoso armado pela Nova Luz


Na data de 09/06, ao realizarem o serviço pela DEAC (diária especial de atividade complementar), os GCMs Tharssio e Luciano, da Inspetoria de Operações Especiais lograram êxito em deter um criminoso que portava uma pistola em sua cintura, conduzindo-o ao 77º DP para que a autoridade policial adotasse as providências cabíveis.



Ocorrência enviada pelo GCM Tharssio