quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Imagens da operação conjunta da GCM (Canil e IOPE) e DHPP

No último dia 25/10/2016, às 9:00h, o CANIL e a IOPE participaram de uma operação conjunta com o DHPP, sendo esta operação programada para encontrar um guarda de presidio que está desaparecido na aérea da comunidade de Heliópolis. 


Os cães MOAH e TROY trabalharam em quase todas as ruas da localidade e não obtiveram êxito, tendo as equipes se deslocado então ao possivel cemitério clandestino, onde os cães entraram de pronto acharam uma enorme quantidade de maconha.

A operação contou com: 2 viaturas do CANIL

3 viaturas da IOPE

6 viaturas do DHPP

1 viatura descaracterizada 

B.O. nº 703/2016 e auto de apreensão da droga encontrada 

5000 trouxinhas de maconha e 4 tijolos de maconha de aproximadamente um kilo cada. 

Exibidor/condutor ID LOURENÇO 

Esta operação faz parte de integração da GCM e POLÍCIA CIVIL
































Enviado pelo ID Lourenço

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Inauguração do Canil da Guarda Civil Metropolitana






No último dia 22/09, o Canil da GCM realizou uma festa para inaugurar a sua nova sede "inspetoria". Foi realizado um café da manhã para as autoridades E colaboradores que ajudaram na reforma da nova base, com a apresentação das equipes de canil que hoje são 3 equipes de FARO, equipe de apresentação e equipe de policiamento.

O secretário Benedito Mariano autorizou o início da solenidade que iniciou com o canto do hino nacional, e logo após ocorreu a fala do comandante do Canil, Inspetor de Divisão Wagner de Lourenço, fala da Drª Sato, delegada geral do DHPP, fala do comandante geral da GCM, Gilson Menezes e do secretário Benedito Mariano

Após homenagem a treze personagens que ajudam e colaboram com o canil, ocorreu o canto da canção da Guarda Civil Metropolina, sendo o evento finalizado com um churrasco para todos os presentes.














Enviado por: Inspetor de Divisão Wagner de Lourenço

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Equipe da GCM ministra instrução de primeiros socorros na rede municipal de ensino




A equipe atende a uma solicitação do ministério público em cumprimento à portaria que trata da obrigatoriedade em que o corpo docente da rede de ensino ter conhecimentos básicos em primeiros socorros. A SMSU foi solicitada pela Secretaria Municipal de Educação, e propôs uma parceria para cumprir essa demanda e em princípio formar 07 profissionais da rede municipal de ensino, sendo que a equipe formada pelo CD Ribeiro, CD Paulínia, CE Tatiana, CE Greicilene e 1ªClasse R.Silva a cada semana está nas diversas regiões de São Paulo, onde formam por semana 250 profissionais. Até o momento, já passaram pelas diretorias regionais de ensino das regiões de Pirituba, Campo Limpo, Guaianases, São Mateus, São Miguel Paulista, Itaquera, Freguesia do Ó, Butantã, Jaçanã-Tremembé e até o término do primeiro semestre serão formados 3500 profissionais da área da educação. 



Para a equipe, o trabalho é muito prazeroso, pois não há sentimento melhor do que ensinar e contribuir para o bem estar e segurança das nossas crianças, mesmo diante das dificuldades, por ser cansativo ter que de segunda a sexta, das 08:00 às 17:00h, repetir o assunto, muitas vezes com falta de estrutura técnica e logística.




              



Enviado pelo GCM 1ª Classe R. Silva

terça-feira, 14 de junho de 2016

Comandante da GCM garante respeito aos direitos de pessoas em situação de rua e reforça orientação de não recolher cobertores

Edredons, lençóis e mantas contra o frio estão garantidos as pessoas em situação de rua. Orientação é apenas de retirar materiais que atrapalhem fluxo de pedestres e fazer isso apenas durante o dia. “Nada é retirado a noite”, diz comandante da GCM

De Secretaria Executiva de Comunicação

O comandante da Guarda Civil Metropolitana (GCM), Gilson de Menezes, reafirmou na tarde desta segunda-feira (13) que a corporação tem como um de seus principais deveres, zelar pelos direitos das pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo. De acordo com ele, os guardas recebem formações em direitos humanos durante suas carreiras e apenas prestam apoio de segurança aos servidores das 32 subprefeituras no trabalho de reorganização urbana, que tem como objetivo retirar materiais inservíveis em calçadas e ruas da capital paulista e impedem o fluxo de pedestres e veículos.

“Não é a guarda que retira os itens. A guarda não põe a mão em absolutamente nada. São os agentes da subprefeitura ou das empresas que retiram materiais inservíveis das ruas, como moradias precárias montadas em vias públicas, que impedem que o munícipe possa circular e em alguns casos, o obriga a ir para a rua para poder ir e vir, comprometendo sua segurança e privatizando o espaço público, o que é proibido”, afirmou.. 

Segundo o comandante, inclusive para preservar essas pessoas no clima mais frio que atinge São Paulo, uma diretriz do comando da guarda é que durante esse trabalho, não sejam retirados cobertores ou lençóis que estão nas ruas. “Nesse momento, não estamos retirando nem os cobertores que servem para cobrir essas moradias precárias. A pessoa em situação de rua sempre fica com seu cobertor e lençol e o guarda não pode permitir que esses itens sejam levados. Se a pessoa em situação quiser dobrar e levar, perfeito, se ele não levar, esse tipo de objeto continuará lá”, disse o comandante.

Pertences pessoais como bolsas e carteiras também são mantidos com os donos. “Sacola com pertences pessoais não são apreendidas ou bolsas com documentos. Esses materiais são estritamente do morador de rua e isso é dele”, afirmou.

De acordo com Menezes, desde janeiro deste ano, foram realizados mais de 3.000 operações deste tipo com cerca de 60 caminhões de itens que deixaram as ruas, garantindo a utilização do espaço público. “Em nenhuma hipóteses, esse trabalho é feito durante o horário noturno. Esse serviço de reorganização urbana é realizado de dia, com fluxo grande de pessoas transitando. Então, a noite, a pessoa em situação de rua pode dormir em qualquer lugar, desde que não coloque em risco a sua própria vida”, disse.

Mesmo com a orientação, Menezes diz que a GCM está aberta para pessoas que denunciarem práticas que são contra os direitos humanos por parte dos guardas. “Temos instrumentos protocolares que regem aquilo que a guarda pode fazer. Se algum profissional nosso aviltar qualquer procedimento protocolar, a pessoa em situação de rua ou a quem ele delegar essa competência para que a gente instaure um procedimento administrativo visando o disciplinar”, afirmou.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Canil da GCM-SP, em operação com a Polícia Civil, localiza ossada humana e 14.700 trouxas de maconha




Em operação conjunta com a Polícia Civil, o Canil da Guarda Civil Metropolitana localizou uma ossada humana e 14.700 trouxas de maconha que estavam enterradas. Participaram da operação IOPE e Ambiental.

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Confira as imagens: